Em Duque de Caxias, a realidade do subsolo da Baixada Fluminense impõe desafios que só um ensaio de permeabilidade in situ consegue resolver com precisão. O município, situado sobre espessos depósitos sedimentares quaternários com lençol freático muitas vezes aflorante, exige que cada projeto de fundação ou contenção parta de dados hidrogeológicos reais, e não de estimativas de escritório. Realizamos o ensaio Lefranc para caracterizar zonas de baixa a média permeabilidade e o ensaio Lugeon em maciços rochosos fraturados, seguindo os procedimentos da ABNT NBR 16221:2019, com equipe técnica acostumada a operar em terrenos alagadiços e áreas industriais da região. Complementamos a investigação com sondagens SPT quando é necessário correlacionar a permeabilidade com o perfil de resistência do terreno, e com ensaios CPT para identificar lentes de areia que podem atuar como caminhos preferenciais de fluxo em meio a argilas moles.
Medir a condutividade hidráulica diretamente no terreno elimina a incerteza das fórmulas indiretas e revela o comportamento real da água subterrânea no subsolo da Baixada.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre o ensaio Lefranc e o ensaio Lugeon e quando cada um se aplica em Duque de Caxias?
O ensaio Lefranc é executado em solos e mede a condutividade hidráulica em furos de sondagem com obturador que isola o trecho de interesse; é o método indicado para as argilas moles e siltes arenosos típicos da Baixada Fluminense. O ensaio Lugeon aplica-se a maciços rochosos fraturados — no caso de Duque de Caxias, nas áreas de embasamento cristalino ao norte do município — e utiliza injeção de água sob pressão em patamares escalonados para avaliar a absorção das descontinuidades.
Quanto custa um ensaio de permeabilidade in situ na região de Duque de Caxias?
O valor do ensaio de permeabilidade situa-se na faixa de R$1.540 a R$2.190 por ponto investigado, dependendo da profundidade do trecho a ensaiar, do número de patamares de pressão no caso do Lugeon e das condições de acesso ao furo na área urbana ou industrial do município.
O ensaio de permeabilidade in situ pode ser executado no mesmo furo da sondagem SPT?
Sim, e essa é a prática recomendada para otimizar a campanha de investigação. Após a execução do SPT e a retirada do amostrador, o furo é preparado com revestimento e obturador para o ensaio Lefranc no trecho desejado, eliminando a necessidade de uma perfuração exclusiva e reduzindo o custo global da investigação geotécnica em Duque de Caxias.